O USDT (Tether) deixou de ser apenas uma ferramenta para traders. Hoje, empresas brasileiras o utilizam para:
- Reduzir exposição cambial - Fazer pagamentos internacionais com baixo custo - Operar em mercados globais sem fricção bancária - Reservar caixa em dólar de forma flexível
Por que stablecoins?
Diferente de criptomoedas voláteis como Bitcoin, stablecoins são atreladas ao dólar (1 USDT = 1 USD). Isso significa previsibilidade — algo essencial para tesouraria corporativa.
A integração PIX ⇄ USDT
A grande virada está na conversão automática. Receber em PIX e liquidar em USDT (ou vice-versa) sem precisar passar por múltiplas exchanges, com spread transparente e em segundos.
A Pixis oferece essa infraestrutura nativa, com APIs para:
- Conversão automática PIX → USDT - Saída USDT → PIX em D+0 - Reservas em USDT com gestão de saldo - Webhooks de confirmação para cada operação
Aspectos regulatórios
A Receita Federal exige reporte de operações com criptoativos. Empresas que operam com USDT precisam garantir conformidade fiscal — algo que parceiros como a Pixis ajudam a estruturar.
Vale a pena?
Para empresas com operação internacional, fornecedores no exterior, ou apenas necessidade de hedge cambial, USDT pode reduzir custos em 70%+ em relação a remessas tradicionais.